Pingos de chuva
Chuva!!

Comunidade de Vila Gorete
O que fazer? Sair correndo pelas ruas, pegar o guarda chuva ou ficar esperando ela passar.
Nada disso, cair no rio quando estar chuvendo é maravilhoso. Já sentir essa sensação!!
E o que é mas legal é ver os pingos de chuva bater no rio e formar umas bolinhas é um espetáculo da natureza que só vendo e sentindo.
Experimentem!!! E me contem depois.
Um abraço mocorongo!
Saudades
Saudades de correr atrás do carro de boi…
Saudades de correr na chuva…
Saudades de roubar a fruta do quintal da vizinha…
Saudades da minha rua nos tempos de infância…
Saudades dos amigos que já se foram…
Saudades de olhar por trás da cortina do circo de meus pais…
Saudades de você…
Lendas da amazônia
Diz os mais velhos: era uma índia muito bonita que vivia nas margens do rio. Quando engravidou da grande cobra, nasceu duas crianças uma menina chamada de Maria e um menino chamado de Honorato. Duas crianças que foram jogadas no rio depois do nascimento.

A mãe d’agua, permitiu sobreviverem. Cresceram com personalidades diferentes uma má que era a menina e o menino era bom. Nas noites de pescaria, a Maria transformava-se em cobra e assustava os pescadores naufragando suas canoas e vendo isso seu irmão Honorato sempre ajudava os naufrágos a irem até a beirado do rio. Certo dia, os dois tiveram uma grande briga Honorato conseguiu matar sua irmã acabando suas maldades mas foi atingido nos olhos, ficando cego vagando pelas profundesas dos rios aparecendo de vez enquando.
São tantas as versões que cercam a lenda da cobra grande, mas essa é a que ouvi numa rodada de estórias para dormir. E uns amigos de Vila Franca – rio Tapajós contam também nas festas grande na comunidade, através de dança. Qulaquer dia desses irem ouvir e ver essa estória de Cobra Grande.
Um abraço mocorongo!!
Elis Lucien
Reis Magos
Dia seis de janeiro, minha bisavó dizia que já era tempo de desarmar a árvore de natal e guardar. E em algumas religiões hoje é o dia de trocar presentes, simbolizando os presentes dos Reis Magos. Lembro-me bem, da nossa árvore. Era de galho seco enfeitado com algodão para ficar bonita e dizer que era a neve lá do pólo norte, onde nas suas estórias falava da casa do Papai Noel – o bom velhinho que iria trazer os presentes para as crianças que ia dormir cedo e era obediente aos seus pais e aos mais velhos. E nós, crianças acreditava nessa estória.

No dia vinte e cinco de dezembro, eu e minha irmã corria as escadas para ver se o bom velhinho tinha lembrado da gente. Quando não tinha presentes em nossa árvore, minha mãe dizia que o Papai Noel estava ainda entregando os presentes e ficávamos esperando os presentes na semana do Natal e ele sempre deixava embaixo de nossas redes ou embaixo da cama da mamãe.
Lembro de uma boneca de borracha chamada Tatá, tinha cabeça chata mas gostavámos muito dela. E também, de uma bonequinha de plástico de pernas tortas e braços abertos com um pipo vermelho e de calcinha amarradinha era muito linda. Mas toda essa nostalgia é pra falar que hoje dia 06 de janeiro é dia dos Reis Magos.
Papai Noel
O Bom homem do ano de 280 d.C, nacido na Túrquia seu nome era bispo Nicolau. Que ajudava as pessoas pobres deixando saquinhos com moedas próximo as chaminés naquela época. Com suas roupas marron de inverno.

O espírito natalino sobrevive nos corações inocentes. Toda a essência, renova a cada ano que uma criança, acredita no Papai Noel com os presentes em seu trenó vagando pelo imenso planeta. Nessa viagem, quero fazer um pedido ao São Nicolau, ajude os necessitados das grandes enchentes; os desamparados jogandos nas esquinas; acalente os corações das mães que perderam seus filhos; perdoe os corações magoados; ajude a quem pede ajuda e espalhe a bondade para todos!!
Feliz Natal!!!!
Próspero Ano Novo!
Um abraço mocorongo!
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